"Sonhando com as praias ensolaradas de Bolonha? Abril é o lugar ideal para curtir o clima de praia. Venha com fome — a culinária local é inesquecível."
Construímos este guia usando dados climáticos recentes, tendências de preços de hotéis e nossas próprias viagens, para que você possa escolher o mês certo sem adivinhar.
Por que visitar Bolonha?
Bolonha encanta como o coração culinário e intelectual da Itália, onde 62 quilômetros de passarelas com pórticos listadas pela UNESCO abrigam torres medievais de tijolos vermelhos, estudantes universitários da universidade mais antiga da Europa (fundada em 1088) lotam osterie aconchegantes debatendo sobre vinhos, e o autêntico ragù bolonhês ferve em trattorias antigas que guardam receitas centenárias como segredos de estado. Esta capital da Emilia-Romagna (390.000 habitantes) ostenta orgulhosamente três apelidos — “La Grassa” (a gorda), celebrando a rica gastronomia, do tortellini à mortadela, “La Dotta” (a erudita), em homenagem à universidade que formou Dante, Copérnico e Petrarca, e “La Rossa” (a vermelha), referindo-se tanto aos telhados de terracota que criam uma paisagem urbana uniformemente vermelha quanto à histórica política de esquerda que fez de Bolonha o reduto do Partido Comunista Italiano até a década de 1990. Duas torres dramaticamente inclinadas — a Torre degli Asinelli, com 97 metros de altura e 498 degraus íngremes de madeira (atualmente fechada para obras de restauração da área; verifique se já reabriu), e a Garisenda, ainda mais inclinada, ao lado dela, agora fechada por questões estruturais — sobrevivem como vestígios da Manhattan medieval, quando mais de 100 torres de famílias nobres competiam pelo céu em demonstrações de poder no século XII, a maioria agora demolida ou encurtada.
As arcadas cobertas dos pórticos criam um abrigo contínuo contra a chuva e o sol de verão, com o notável Portico di San Luca, de 3,8 km, subindo por 666 arcos da cidade até o Santuário de Madonna di San Luca, no topo da colina, oferecendo vistas panorâmicas da cidade — os moradores locais fazem essa caminhada gratuita de 45 minutos morro acima, enquanto os turistas raramente tentam. A Piazza Maggiore é o centro da vida cívica, com a enorme Basílica di San Petronio (entrada gratuita), com uma fachada inacabada — originalmente planejada para rivalizar com a Basílica de São Pedro, em Roma, mas a política do Vaticano impediu sua conclusão — e o medieval Palazzo Comunale, enquanto as estreitas ruas medievais do bairro comercial adjacente de Quadrilatero atraem os amantes da gastronomia com mortadelas penduradas, rodas de Parmigiano-Reggiano envelhecido por 24 meses, sfogline (fabricantes de massas) enrolando tagliatelle fresco nas vitrines das lojas e barracas de pão achatado tigelle. O bairro universitário que se irradia da Via Zamboni fervilha com 85.000 estudantes criando uma energia contagiante, arte política de rua cobrindo as paredes, restaurantes baratos servindo refeições de RR$ 215 a RR$ 325 e bares de aperitivo onde spritz de RR$ 190 a RR$ 270 inclui generosos buffets de comida das 18h às 21h que substituem o jantar.
A cultura gastronômica de Bolonha é muito forte — nunca peça “espaguete à bolonhesa” (isso não existe aqui e os moradores locais ficam visivelmente incomodados), em vez disso, saboreie o autêntico tagliatelle al ragù com molho de carne cozido lentamente, tortellini en brodo (delicados pacotinhos de massa em caldo claro), lasanha verde com camadas de massa de espinafre e crescentine, bolinhos de pão fritos. Trattorias familiares como a Osteria dell'Orsa (pratos principais de RR$ 325 a RR$ 485), a Trattoria di Via Serra e a Sfoglia Rina servem pratos autênticos com um atendimento brusco, que é normal, não rude. O Palácio Archiginnasio (cerca de RR$ 215 a RR$ 270) abrigou a universidade até 1803.
Seu anfiteatro de madeira, onde os estudantes de medicina assistiam às dissecações, revela o progresso científico da Renascença. Os museus incluem o MAMbo, de arte contemporânea, o Museo della Storia di Bologna, sobre a história da cidade, e o Museo Civico Archeologico, com artefatos e mosaicos etruscos e romanos de Bononia. Visite entre abril e junho ou setembro e outubro, quando a temperatura fica entre 15 e 25 °C, perfeita para passeios pelos pórticos e refeições ao ar livre — julho e agosto podem chegar a 35 °C, e muitos moradores locais fogem para o litoral, deixando alguns restaurantes fechados em meados de agosto.
Com a autêntica cultura italiana, felizmente livre das hordas de cruzeiros de Veneza ou das filas da Galeria Uffizi de Florença, um centro compacto e fácil de percorrer a pé, onde você pode atravessar o centro histórico em 30 minutos, uma culinária regional excepcional a preços 30% abaixo dos de Roma e excelentes conexões ferroviárias, tornando-a a base perfeita na Itália (Milão a 1 hora, Florença a 35 minutos, Veneza 1,5 hora) e a vida local continuando praticamente imperturbável pelo turismo, Bolonha oferece a Itália genuína, onde os estudantes discutem filosofia enquanto bebem vinho Lambrusco, as nonnas enrolam massa à mão e a política de esquerda se mistura com o conservadorismo culinário em deliciosas contradições.
O que você deve fazer
Bolonha medieval
Duas Torres (Due Torri)
As icônicas torres inclinadas de Bolonha — vestígios medievais de Manhattan, quando 100 torres de famílias nobres competiam entre si. A Torre Asinelli (RR$ 135) tem 97 m de altura — suba 498 degraus íngremes de madeira (sem elevador) para ter uma vista panorâmica de tirar o fôlego dos telhados vermelhos. Aberto de quarta a segunda, das 9h30 às 19h no verão (horário mais curto no inverno, geralmente até às 17h), fechado às terças. Leva de 30 a 45 minutos. A Torre Garisenda, ao lado, é mais inclinada, mas está fechada (problemas estruturais). Vá cedo (9h30–10h30) ou no final da tarde para evitar filas. Ingressos com horário marcado.
Portico di San Luca
A passagem coberta mais longa do mundo — 3,8 km de arcada coberta com 666 arcos subindo da cidade até o topo da colina Santuário de Madonna di San Luca. Acesso gratuito 24 horas por dia, 7 dias por semana. Leva de 45 a 60 minutos para subir (moderadamente íngreme). Vistas espetaculares de Bolonha a partir do santuário. A basílica (entrada gratuita) abriga um ícone bizantino. Vá de manhã ou no final da tarde — o meio-dia no verão é quente, apesar da sombra. Poucos turistas tentam a caminhada completa — tranquila e autêntica. O portal de entrada fica a 15 minutos a pé da Piazza Maggiore.
Piazza Maggiore e Basílica de San Petronio
A praça principal de Bolonha é cercada por prédios medievais. Acesso gratuito 24 horas por dia, 7 dias por semana. A Basílica de San Petronio (entrada gratuita, doações bem-vindas) tem uma fachada inacabada — originalmente planejada para rivalizar com a Basílica de São Pedro, em Roma. Aberta diariamente das 9h às 18h30. No interior, veja o enorme relógio de sol e as capelas góticas. Suba ao terraço (RR$ 135) para apreciar a vista. A praça é a sala de estar da cidade — os estudantes se reúnem, os artistas de rua se apresentam. Os pórticos ao redor oferecem cafés para aperitivo (das 18h às 20h). Melhor ao pôr do sol.
Comida e mercados
Mercado Quadrilatero
Bairro medieval a leste da Piazza Maggiore — ruas estreitas repletas de lojas de alimentos, delicatessens e barracas de mercado. Explore GRATUITAMENTE. A Via Pescherie Vecchie é a artéria principal. Veja mortadelas penduradas, rodas de Parmigiano-Reggiano, massas frescas, trufas. Aberto de segunda a sábado, da manhã até o início da tarde (algumas lojas fecham das 13h às 16h), horário reduzido aos domingos. Vá pela manhã (9h às 11h) para encontrar a melhor seleção. Compre suprimentos para um piquenique ou apenas dê uma olhada. O mercado de alimentos Mercato di Mezzo tem balcões para almoço (RR$ 270–RR$ 405).
Cozinha autêntica de Bolonha
NUNCA peça “espaguete à bolonhesa” — isso não existe aqui. Em vez disso: tagliatelle al ragù (macarrão fresco com molho de carne cozido lentamente), tortellini en brodo (bolinhos de massa em caldo), lasanha verde, crescentine (pão frito). Boas trattorias: Osteria dell'Orsa (RR$ 325–RR$ 485), Trattoria di Via Serra, Da Cesari. Almoço RR$ 405–RR$ 540 jantar RR$ 540–RR$ 810 Sfoglina (fabricantes de massas) enrolam a massa nas vitrines das lojas. Reserve com antecedência nos fins de semana. O atendimento pode ser brusco — é normal.
Cultura do gelato e do aperitivo
Bolonha tem um gelato excelente — experimente a Cremeria Funivia ou a Sorbetteria Castiglione (RR$ 70–RR$ 120). Aperitivo (das 18h às 20h) significa que as bebidas vêm com um buffet gratuito — spritz RR$ 190–RR$ 270 A Via del Pratello e a Via Zamboni (rua da universidade) têm bares para estudantes. Piazza Santo Stefano para um aperitivo sofisticado. A cultura gastronômica de Bolonha é levada a sério — os moradores locais debatem sobre o melhor tortellini, assim como os parisienses debatem sobre baguetes.
Universidade e Arte
Bairro Universitário e Via Zamboni
A universidade mais antiga da Europa (fundada em 1088) não tem campus — os prédios estão espalhados pelo centro. O Palácio Archiginnasio (RR$ 80) era o principal prédio da universidade — veja o teatro anatômico (anfiteatro de madeira para dissecações). A área universitária ao longo da Via Zamboni fervilha com estudantes, livrarias e restaurantes baratos. É grátis para passear. A energia é contagiante — os 85.000 estudantes de Bolonha moldam a política progressista e a vida noturna da cidade. As melhores noites são quando os estudantes lotam os bares.
Pórticos e Bolonha oculta
Bolonha tem 62 km de passarelas com pórticos (listadas pela UNESCO) — arcadas cobertas que margeiam as ruas. É GRÁTIS para explorar. Os pórticos criam um abrigo contínuo contra a chuva/sol. A Via Zamboni, a Via Santo Stefano e a Via Galliera têm belos exemplos. A Finestrella di Via Piella mostra um canal escondido — Bolonha já teve canais como Veneza. Explore as ruelas ao sul da Piazza Maggiore para desfrutar de uma atmosfera medieval sem turistas.
Galeria de fotos
Informações de viagem
Como chegar
- Aeroportos: BLQ
- De :
Melhor época para visitar
Abril, Maio, Junho, Setembro, Outubro
Clima: Quente
Requisitos de visto
Espaço Schengen
| Mês | Alta | Baixo | Dias chuvosos | Condição |
|---|---|---|---|---|
| janeiro | 10°C | 2°C | 2 | Ótimo |
| fevereiro | 14°C | 4°C | 1 | Ótimo |
| março | 14°C | 5°C | 11 | Ótimo |
| abril | 20°C | 8°C | 4 | Ótimo! (melhor) |
| maio | 24°C | 14°C | 9 | Ótimo! (melhor) |
| junho | 27°C | 17°C | 11 | Ótimo! (melhor) |
| julho | 30°C | 19°C | 8 | Ótimo |
| agosto | 31°C | 21°C | 10 | Ótimo |
| setembro | 27°C | 16°C | 10 | Ótimo! (melhor) |
| outubro | 19°C | 11°C | 12 | Ótimo! (melhor) |
| novembro | 13°C | 6°C | 5 | Ótimo |
| dezembro | 9°C | 3°C | 16 | Molhado |
Dados meteorológicos: Arquivo Open-Meteo (2020-2025) • Open-Meteo.com (CC BY 4.0) • Média histórica 2020–2025
Travel Costs
Por pessoa por dia, baseado em ocupação dupla. "Orçamento" inclui albergues ou acomodação compartilhada em cidades caras.
💡 dica de viajante (janeiro 2026): Melhor época para visitar: abril, maio, junho, setembro, outubro.
Informações práticas
Como chegar
O Aeroporto Guglielmo Marconi de Bolonha (BLQ) fica a 6 km a noroeste. O ônibus Aerobus para a estação central custa RR$ 160 (20 minutos). Táxis RR$ 405–RR$ 540 A estação ferroviária Bologna Centrale conecta Milão (1 hora, RRR$ 2.425+), Florença (35 minutos, RRR$ 1.350+), Veneza (1,5 hora, RRR$ 2.025+) e Roma (2,5 horas, RRR$ 4.050+). Bolonha é o centro ferroviário da Itália — os trens de alta velocidade a tornam uma base perfeita.
Como se locomover
O centro da cidade de Bolonha é compacto e fácil de percorrer a pé (30 minutos para atravessar). Os ônibus atendem às áreas periféricas (RR$ 40 por viagem, RR$ 135 pelo bilhete diário). Compre os bilhetes nas tabacarias antes de embarcar. Há bicicletas disponíveis (aplicativo Mobike). A maioria das atrações fica a uma curta distância a pé. Evite táxis — o centro é ideal para pedestres. É difícil e caro estacionar em uma zona de tráfego limitado ( ZTL ).
Dinheiro e pagamentos
Euro (EUR). Cartões são amplamente aceitos, mas leve dinheiro para pequenas trattorias, mercados e cafés. Muitos lugares tradicionais só aceitam dinheiro. Há muitos caixas eletrônicos. Gorjetas: não são esperadas, mas arredondar ou deixar RR$ 25–RR$ 55 é apreciado. Coperto (taxa de serviço) RR$ 40–RR$ 80 por pessoa é normal em restaurantes.
Idioma
O italiano é a língua oficial. O inglês é falado em hotéis e restaurantes turísticos, mas menos em trattorias e mercados autênticos. Os jovens e estudantes falam melhor inglês. Aprenda frases básicas (Buongiorno, Grazie, Per favore). Apontar para a comida funciona. O dialeto bolonhês difere do italiano padrão.
Dicas culturais
Horários das refeições: almoço das 12h30 às 14h30, jantar a partir das 19h30 (os locais comem mais tarde). Muitos restaurantes fecham aos domingos à noite e às segundas-feiras. É comum que fechem em agosto. A cultura gastronômica é levada a sério — nunca peça ketchup ou abacaxi. Cappuccino só até às 11h (à tarde é heresia). Cultura do aperitivo: RR$ 215–RR$ 325 spritz inclui buffet de comida das 18h às 21h. Bairro universitário: energia estudantil, política de esquerda, arte de rua por toda parte. Vista-se de maneira casual, mas elegante — evite roupas de praia na cidade. Cumprimente os lojistas antes de olhar as mercadorias.
Obter um eSIM
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Itinerário perfeito de 2 dias em Bolonha
Dia 1: Centro histórico e gastronomia
Dia 2: Pórticos e Cultura
Onde se hospedar em Bolonha
Centro Storico/Piazza Maggiore
Melhor para: Centro medieval, hotéis, restaurantes, torres, museus, principais atrações
Quadrilátero
Melhor para: Mercado de alimentos, bares de vinho, trattorias, lojas gourmet, ruas movimentadas
Bairro Universitário (Via Zamboni)
Melhor para: Energia estudantil, arte de rua, comida barata, vida noturna, vibração autêntica
Santo Stefano
Melhor para: Mais tranquilo, complexo de sete igrejas, praças charmosas, ambiente residencial
Atividades populares
Passeios e experiências mais bem avaliados em Bolonha
Perguntas frequentes
Preciso de visto para visitar Bolonha?
Qual é a melhor época para visitar Bolonha?
Quanto custa uma viagem a Bolonha por dia?
Bolonha é segura para turistas?
Quais são as atrações imperdíveis em Bolonha?
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